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Após uma semana do incêndio no galpão da Educação, perícia ainda não tem conclusão técnica

Após uma semana do incêndio no galpão da Educação, perícia ainda não tem conclusão técnica

Uma semana após o incêndio de grandes proporções que destruiu o Centro de Distribuição de Merenda Escolar e o almoxarifado da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), em Várzea Grande, a perícia técnica ainda não foi iniciada. Segundo a secretária municipal de Educação, Maria Fernanda, os peritos aguardam que a estrutura do imóvel esfrie para dar início aos trabalhos.

Em coletiva, nesta terça-feira (23), a secretária afirmou que esteve com os peritos ontem (22), mas que a equipe ainda não conseguiu entrar no galpão devido às condições do local. “Ontem eu estive com os peritos, eles ainda não começaram a perícia por dentro, eles estavam esperando resfriar o espaço, porque o espaço é muito quente”, declarou.

Sem a conclusão da perícia, a Prefeitura de Várzea Grande ainda não sabe a extensão dos prejuízos causados pelo incêndio nem as circunstâncias que levaram ao início das chamas.

Maria Fernanda afirmou que a Secretaria de Educação segue realizando um levantamento para identificar o que havia no galpão no momento do incêndio e o que já havia sido encaminhado às unidades escolares.

“Ainda não fechamos. Nós estamos fazendo levantamento, porque a gente tem que fazer todo o levantamento de todas as notas, averiguar o que foi para a escola e o que estava lá. Então a gente ainda não fechou esse valor”, disse.

O incêndio atingiu o Centro de Distribuição de Merenda Escolar e o almoxarifado da Educação na noite de quarta-feira (17), na avenida Filinto Muller, no bairro Marajoara II. Em razão dos danos provocados pelas chamas, a prefeita Flávia Moretti (PL) decretou calamidade administrativa e determinou a elaboração de um relatório detalhando os prejuízos, as medidas adotadas pela administração e as providências necessárias para restabelecer os serviços afetados. O documento deverá ser encaminhado ao Gabinete da Prefeita, à Controladoria Geral do Município e à Procuradoria Geral do Município no prazo de até 30 dias

Enquanto a perícia não é realizada, as causas do incêndio permanecem desconhecidas e a Prefeitura segue sem divulgar um valor oficial das perdas causadas pela destruição do galpão.

Por Xyko Barros

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